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PARA
REFLETIR |
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Aqui Você encontra frases
para reflexão e fábulas que encantam e ensinam.
Basta clicar sobre o título e ler as histórias.
Boa Diversão!
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| “Tudo
o que sei é que nada sei.”
Sócrates
“Quanto
mais se conhece, mais se aprecia.”
Leonardo da Vinci
“Não
há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne
e osso amanhã.”
Victor Hugo
“Para
a mente obtusa, toda natureza é sombria. Para a mente iluminada,
o mundo inteiro arde e faísca com luz.”
Ralph Waldo Emerson |
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CONSERTANDO
O MUNDO!
Um cientista vivia
preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar
meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório
em busca de respostas para suas dúvidas...
Certo dia, seu filho, de sete anos, invadiu o seu "santuário"
decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso
pela interrupção, tentou fazer com que o filho
fosse brincar em outro lugar.
Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou
algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair
sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa
do mundo e alegrou-se, pois era exatamente o que procurava!
Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários
pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou
ao filho dizendo:
- "Você gosta de quebra-cabeças? Então
vou lhe dar o mundo para consertar... Aqui está o mundo
todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho,
mas não se esqueça: faça tudo sozinho!"
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.
Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:
- "Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!"
A princípio, o pai não deu crédito às
palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter
conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante,
o cientista levantou os olhos de suas anotações,
certo de que veria um trabalho digno de uma criança.
Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços
haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível?
Como o menino havia sido capaz? Perguntou-se o cientista e resolveu
averiguar com o filho como ele tinha conseguido tal feito:
- "Você não sabia como era o mundo, meu filho,
como conseguiu?"
- "Pai, eu não sabia como era o mundo, mas, quando
você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que
do outro lado havia a figura de um homem. Quando você
me deu o mundo para consertar, eu tentei... mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei
a consertar o homem, que eu sabia como era. Quando consegui
consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o
mundo!"
QUANTAS
VEZES QUEREMOS MUDAR O MUNDO E ESQUECEMOS DE MUDAR A NÓS
MESMOS?
PORQUE BUSCAMOS RESPOSTAS PARA COISAS COMPLICADAS E DEIXAMOS
DE FAZER AS MAIS SIMPLES?
PORQUE SOMOS TÃO RESISTENTES ÀS MUDANÇAS?
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“Não
existem regras aqui! Estamos tentando realizar alguma coisa.”
Placa que ficava pendurada no laboratório de Thomas Edison
“Cada
momento grandioso na história da humanidade é o triunfo
de algum entusiasmo.”
Ralph Waldo Emerson
“Dê-me
uma alavanca bastante comprida e um ponto de apoio bastante forte,
e sozinho moverei o mundo.”
Arquimedes
"Todo
e qualquer sonho pode ser realizado, depende apenas de quem sonha.
Ouse tentar e o poder ser-lhe-á dado."
Provérbio antigo
“A
arte diz o indizível; exprime o inexprimível; traduz
o intraduzível.”
Leonardo da Vinci
“A
ciência é uma virtude. Ninguém é mau
voluntariamente, basta conhecer-se a si próprio.”
Sócrates
“Pedi,
e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.”
Mateus 7:7
"Cada
homem deve inventar o seu caminho"
Jean-Paul Sartre |
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| A
VERDADEIRA ALQUIMIA
Certa vez um andarilho
apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à
praça central da cidade, anunciou-se como alquimista
e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal
em ouro. Algumas pessoas pararam para ouvi-lo e começaram
a proferir gracejos e ridicularizá-lo. O estranho não
se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e
alguém entregou-lhe uma ferradura, um outro ofereceu-lhe
um prego. O alquimista então pegou ambas as peças,
e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa
pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um
frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos
em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura
e o prego tornaram-se dourados. Uma sensação de
espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez
mais na praça. O alquimista levantou as peças
de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação.
Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos
e foi atendido. Em pouco tempo, revelou serem as peças
de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas
agitaram-se e agora queriam ouvir. O alquimista então
pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo
da transmutação dos metais em ouro. Em seguida,
entregou o livro a uma criança próxima e partiu
tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os
olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança.
Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma
cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir
ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula
era complexa. Exigia água destilada mil vezes no silêncio
da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites
especiais e em praias distantes.
No início todos puseram as mãos à obra,
mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho.
Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando
a água destilar. Além disso, procurar os outros
ingredientes era muito cansativo.
As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam,
tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Diziam que a
forma era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar
como eram tolos. Assim, muitos e muitos outros, influenciados
pelos primeiros, também desistiram. Mas, um pequeno grupo
prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto
da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias
viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula.
O tempo correu, e a quantidade de histórias divertidas,
e de situações que eles passaram juntos, desde
que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o
grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido.
Converteram-se em grandes amigos. Até que em um mesmo
dia, todos que tinham começado juntos, viraram a última
página das instruções do livro, e lá
estava escrito:
"Se todas as instruções foram seguidas, você
tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal,
transforma-o em ouro. Entretanto, agora você já
percebeu que a maior riqueza não está no produto
final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna
infinitamente ricos não é a quantidade de ouro
que conseguimos produzir, mas os momentos que compartilhamos
com os verdadeiros amigos".
Autor desconhecido
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| “Ou
nós encontramos um caminho ou abrimos um.”
Anibal
“Se
você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer
forma você está certo.”
Henry Ford
"Seja
o melhor de si mesmo. Você pode! Não aceite menos do
que isto de Você."
Prof. Márcio B. Miranda
“Um
mar tranqüilo nunca desenvolve um marinheiro habilidoso.”
Provérbio antigo |
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| O
SÁBIO E A VAQUINHA
Um
mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo
quando avistou ao longe um sítio de aparência miserável
e resolveu visitá-lo. Durante o percurso ele falou ao
aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades
de aprendizado que temos também com as pessoas que mal
conhecemos. Chegando ao sítio constatou a pobreza do
lugar: casa paupérrima, moradores, um casal e três
filhos, maltrapilhos, sujos, etc..
Então se aproximou do senhor aparentemente o pai daquela
família e perguntou:
- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio
e de trabalho, como o senhor e sua família sobrevivem
aqui?
O homem respondeu:
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá
vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse
produto nós vendemos ou trocamos na aldeia vizinha por
outros gêneros alimentícios e a outra parte nós
produzimos queijo, coalhada, etc., para o nosso consumo e assim
vamos sobrevivendo.
O sábio agradeceu a informação, contemplou
o lugar por uns instantes, depois se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou-se ao seu discípulo e ordenou:
- Jovem, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali da
frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo.
O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre
o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência
daquela família, mas, como percebeu o silêncio
absoluto do mestre, foi cumprir sua ordem. Assim o fez e a viu
morrer.
Aquela cena ficou na memória daquele jovem durante alguns
anos e um belo dia resolveu voltar ao lugar, contar tudo àquela
família, pedir perdão e ajudá-la. Assim
fez e quando se aproximava do local avistou um sítio
muito bonito, com muitas árvores frutíferas e
crianças brincando alegremente num jardim. De início,
ficou triste e desesperado por que aquela humilde família
tivera que vender o sítio para sobreviver, apertou o
passo e chegando lá, foi logo recebido por um caseiro
muito simpático, ocasião em que perguntou sobre
a família que ali morava há uns quatro anos e
o caseiro respondeu:
- Continuam morando aqui.
Espantado ele entrou correndo na casa e viu que era a mesma
família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local
e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha ):
- Como o senhor melhorou este sítio e está bem
de vida???
E o senhor entusiasmado, respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício
e morreu, daí em diante tivemos que fazer outras coisas
e desenvolver outras habilidades que nem sabíamos que
tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus
olhos vislumbram agora.
Autor
desconhecido
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“Escrita
em chinês, a palavra “crise” é composta
por dois caracteres: um representa perigo, e o outro representa
oportunidade.”
John F. Kennedy
“Quem
não lê, não pensa e quem não pensa será
para sempre um servo.”
Paulo Francis
“Tudo
o que é compreendido está certo.”
Oscar Wilde |
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| TURISTAS
Conta-se
que no século passado, um turista americano foi à
cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso
sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num
quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas
peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um
banco.
- Onde estão seus móveis? - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! - surpreendeu-se o turista - Mas eu estou aqui só
de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto,
alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem
de ser felizes."
Autor
desconhecido
Ocultar
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